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Um círculo indigo, dentro dele um anel ocre-maroon
[maroon é essa cor entre o ocre vermelho e o terra-rosa
maroon é igualmente quilombola em inglês – o negro, o castanho
o mulato; é o habitante e é o sítio e são os filhos, é a casa não-casa
comunidade; maroon é o Quilombo, é também… em inglês!
marooned é ainda o náufrago isolado na ilha – olha tanta gente marooned
em quintas ruas e campos por esses dias: nas catorze cheias d’oxfordshire…],
depois uma hóstia de camarão, branca rodela de névoa in-between
e ao meio a Lua
a negritude no espaço, com nuvens-diáspora lateralmente
migrando (é a Wind-rush…) sobre constelações brilhantes, fugidias
[tantas vezes tê-las-ás medido contra as torres de Todas-As-Almas,
de Maria-A-Virgem (como a Rainha Gloriana…) e do Velho-Joe, jazzimaginando
céus nas West Indies. Henry James: O Americano e Os Europeus – a Diáspora
e as Artes – Trágicas Musas! – A Raça: Significante Flutuante – qual Sereia
de Birmingham – Codificando – Descodificando – Identidades – e Meios]
No dia em que Stuart Hall morreu.
Andam-me todos preocupados com mortes de celebridades overdoseadas
e affairs de presidentes-celebridades com negras loiras, fãs de chapinha.
Logo hoje, logo hoje…
que havia nuvens com Belos Cachos e tinha um Anel Maroon na Lua.
É Dura a Estrada da Renovação.

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